José Eduardo Gomes foi recentemente laureado com o 1.º prémio no European
Union Conducting Competition, tendo ganho igualmente o Prémio Beethoven no
mesmo concurso. É Professor na Escola Superior de Música de Lisboa, onde trabalha com
as várias orquestras.
Foi maestro titular da Orquestra Clássica do Centro, maestro associado
da Orquestra Clássica do Sul, maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP, professor na
Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, maestro titular do Coro do Círculo
Portuense de Ópera e maestro principal da Orquestra de Câmara de Carouge (Suíça).
Iniciou os estudos de clarinete em V. N. Famalicão, sua cidade natal, na Banda de Música de
Famalicão. Prosseguiu-os na ARTAVE e na ESMAE, onde se formou na classe de António
Saiote, tendo recebido o Prémio Fundação Eng.º António de Almeida. Mais tarde,
frequentou a Haute École de Musique de Genève (Suíça), estudando direcção de orquestra
com Laurent Gay e direção coral com Celso Antunes.
José Eduardo Gomes é membro fundador do Quarteto Vintage e do Serenade Ensemble.
Foi laureado em diversos concursos, destacando-se o Prémio Jovens Músicos(categorias de
clarinete e música de câmara) e o Concurso Internacional de Clarinete de Montroy
(Valência). É igualmente laureado do Prémio Jovens Músicos, na categoria de direção de
orquestra, onde recebeu também o prémio da orquestra.
Nos últimos anos, tem sido convidado para trabalhar com as principais
orquestras portuguesas, atuando nos mais destacados festivais de música portugueses com
solistascomo Maria João Pires, Diemut Poppen, Sebastian Klinger, Bruno Giuranna,
ArturPizarro, Natalia Pegarkova, Adriana Ferreira, entre outros. Na temporada 2024/25,
teve concertos em Portugal, França, Bulgária e Hungria.
Participou em produções de óperas como “Don Giovanni” e “Così fan tutte” (Mozart), “Lo
Speziale” (Haydn), “La Donna di Genio Volubile” (Marcos de Portugal), e “Os Noivos” de
Francisco de Noronha. Recentemente foi diretor musical da nova produção da Companhia
Nacional de Bailado, “Alice no País das Maravilhas” e “Stravinsky Violin Concerto”, com a
Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Foi igualmente Diretor Musical da ópera “Blimunda”, de A. Corghi com libreto de José
Saramago, numa nova produção do Teatro Nacional de São Carlos, assim como da
nova produção da ópera “Trilogia das Barcas” de Joly Braga Santos.
Outra parte importante do seu trabalho é dedicada a orquestras de jovens, um pouco por todo
o país. É diretor artístico da JOF — Jovem Orquestra de Famalicão.
Em 2018 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural pela Cidade de V. N. Famalicão.

